Poemas Urbanos

Friday, June 23, 2006

Meu Primeiro Poema Fescenino

Vem da buceta aberta da Cláudia
Essa desesperada ação

Até que foi pensada
Sugerida
Mas sempre em um reprimido...

Sei não


Eu penso nas testas moças
Jovens pêlos brotando do sabão
Eu penso nas incipientes xoxotas
e nas prematuras picas de então…



Então…
Não se esqueçam dos cus dos meninos
Dos sinos dos sexos uterais
Das vulvas de líquidos incertos
E de outros possíveis sinais.



Desde sempre, em corpo formado,
Os cabelos protegem os genitais
E não há barbeiro que corte madeixas de vagina
Nem repique as franjas fálicas, colossais




De repente,
Um dente
que um resto de leite delata
Inaugura
Um pêlo novo vivencia
Quando a vulva imatura reage
A glande de um efebo arde em pétala intocada
E vadia



É fescenino
É menino e rapaz
O infantil no masculino se desfaz



De outro lado,
Ninfeta
Linha intocada de morros
metalínia de curvas
Leves vulvas
Sonhos tortos

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